Olha eu aqui de novo! rs. Sabe, estou passando por um momento estranho. Estou tendo alguns lampejos que têm me proporcionado amadurecimento humano e espirirual e parte do que sou, envolve o místico, e devido a isso, também vou passar para contar minhas experiências nesse sentido, ou seja, falar sobre minha relação com Jesus. Opa... calma! Já achou chato? Mais normalmente é assim mesmo. É impressionante como algumas pessoas ao ouvir falar nesse nome, perdem o encanto sobre um assunto, que de alguma forma, despertou um certo interesse inicial. Eu não estou te apontando, não. Quem disse que sou diferente? Mais já que começou a ler, siga até o fim. Desafie a si mesmo. Pelo menos eu, costumo fazer muito isso comigo: tento sempre me superar em algo. Porém, se não quiser seguir, vou te entender... e sabe porque? Minha irmã me perguntou: eu posso divulgar seu blog? E eu tive uma certa resistência em aceitar e respondi: mais vou falar de Deus, também. Olhem só! Por isso entendo você. Mais o bom de tudo é que estou procurando mudar. Nem tanto por desejo, mais por necessidade. E sabe como estou conseguindo isso? Deus. Ele está me mudando, aliás, moldando.
São tantas coisas lindas para contar que tenho vivenciado na presença dele... Isso mesmo! Na presença, sim! Descobri que posso me relacionar com Deus como se ele fosse alguém bem próximo e como se ele estivesse de corpo presente. É sério. Eu não sou louca, não. (risos). E como é maravilhoso isso. Talvez você já ore desse jeito, mais como estou conhecendo agora essa maneira de me relacionar com Deus, estou explodindo de vontade de contar ao mundo para que outras pessoas também encontrem oque encontrei. E falando em encontrar, sabia que estou me encontrando através da oração? Acabei descobrindo um jeito muito peculiar de rezar; sem orações prontas. Eu até perguntei para meu orientador espiritual se teria algum problema em "abrir mão" das orações costumeiras e ele me disse que quando a gente não conhece uma música, a gente precisa da pauta/partitura para cantar/tocar, mais quando a aprendemos, a gente não vai mais precisar desse apoio e passaremos a cantar/tocar sozinhos, não é mesmo? Com isso, fiquei mais tranquila e antes de iniciar a explicação de como tudo acontece, vou deixar claro que não estou propagando nenhuma religião, mais a oração, que independe de doutrina e pode ser feita por qualquer um. Bem... então vamos lá. Eu busco primeiramente, uma capela onde me sinto à vontade. Nesse sentido, normalmente minhas orações têm sido em capelas silenciosas, com baixa luz (quando a noite) e aconchegantes. Prefiro onde encontro o santíssimo sem entraves, ou seja, onde o acesso é fácil. Gosto de sentar bem próximo de Jesus. Chego na igreja, arrasto uma cadeira e sento-me de frente com ele e converso como se fosse com um amigo. E é aí que tudo acontece. Ir ver Jesus no santíssimo, tem se tornado uma necessidade diária na minha vida. E estou achando engraçado e na verdade, um pouco espantoso, por que me sinto com um psicoterapeuta. Ele me dá sinalizações, respostas, devolutivas.. É impressionante! É do jeito que um psicólogo/a faria.Vou dar alguns exemplos das minhas vivências.
Segunda-feira última, fui lá. Falava de mim pra Jesus, contei como foi meu dia, (apesar de ele saber) e depois de algumas falas minhas, me veio uma questão: que coisa... Jesus sempre está aqui para nos receber. Independente de quem eu sou ou do que eu fiz; ele sempre está aqui de portas abertas para me receber. É isso que seria uma aceitação incondicional, como diria Carl Rogers - pensava eu. Então, a apartir desse pensamento que Jesus colocou em meu coração, percebi o quanto eu poderia usar esse exemplo de postura de Jesus, para me estruturar nesse sentido. Mais para isso acontecer em minha vida, essa condição deveria partir de mim, primeiramente, não é mesmo? Como a gente se subestima. Como temos preconceitos com a gente mesmo.... A partir disso pensei: estou precisando fazer as pazes comigo. Ah, se estou! Só depois disso vou conseguir aceitar melhor os outros. E tenho mesmo tantas coisas, pessoas que preciso aceitar. Então, você percebe como foi o encontro de Jesus comigo nesse dia? O que promoveu em minha vida? Propôs aceitação... minha e dos outros. E a semana seguiu nesse tema., veja que interessante.
Na terça-feira, fui lá novamente. Me acomodando, olhava para Jesus no sacrário, em meu silêncio (porque também é um jeito de conversar) e me veio outra questão: porque eu me preocupo tanto com os outros; com que os outros podem pensar de mim? Me veio isso, porque enquanto eu observava Jesus, pensei no como estava a vontade em sua presença, coisa que com as pessoas, normalmente não fico. Eu sou um pouco fechada com os outros. Costumeiramente, são só os mais próximos que me conhecem mesmo. No dia-a-dia, tenho dificuldade em me apresentar como sou. Não fico a vontade. Odeio admitir, mais infelizmente tenho relacionamentos superficiais (hoje pra mim, na verdade, é tudo muito superficial). Mais quando senti isso em meu coração, tive esse pensamento: porque me envolvo com as pessoas dessa maneira tão superficial? Eu sei que minha história de vida também conta e por eu ter feito terapia por um tempo, me conheço em alguns aspectos. Sei das decepções que já tive com os outros e o quanto isso exerce uma certa desconfiança ao deixar as pessoas se aproximarem de mim. Conheço também o sentimento de rejeição que tenta me assombrar em alguns momentos, por experiências passadas e que devido a isso, me afasto das pessoas antes mesmo de me envolver com elas, por medo de as perderem ou de não me amarem, talvez. Sei muito bem desses mecanismos de defesa que tenho. Mais aí pensei: Jesus sabe tudo sobre mim e eu não tenho medo de ele não gostar de mim, porque ele me ama do que jeito que sou, porque outra pessoa não amaria? Eu, em minha miséria, em minha verdade, agrado a Deus, porque não agradaria outras pessoas? Não é vero? (risos). A gente se importa muito com o que o outro pensa da gente, né? Sei que você também é assim. (risos). Todos somos! Mais eu estou mudando... E você, vai ficar assim até quando? (risos)
Lá na capela novamente, os outros dois dias (quarta e quinta) refleti o seguinte: porque tenho tanta insegurança, diante de pessoas superiores? "Tá" bom, tive pais muito rígídos; existia muita cobrança da parte deles para comigo, sabe... E sei que acabei adquirindo um medo horrível de errar e passei a ser muito rígida comigo pra isso não acontecer, numa tentativa até de perfeição sempre, mais e daí? Essa história de ficar justificando uma coisa com outra, não justifica nada. Guardo resquícios do que citei anteriormente a respeito dos meus pais, mais não preciso ter essa relação paralisante com o mundo. Eu posso quebrar isso! Não posso ser vítima do meu passado. Tenho que tentar mudar. Eu sei que é difícil e que deixa marcas, mais não podemos viver prisioneiros da gente mesmo, concorda? Não posso também, ficar culpando meus pais pra sempre. É fácil por a culpa no outro.
É ótimo ter a consciência dos meus limites como tenho e isso a gente adquire com uma boa psicoterapia, mais depois de certas auto-análises, como venho tendo, é necessário a ação. E Jesus me fez essa pergunta em meu coração porque cheguei toda sorridente na igreja e falei assim pra Jesus: Nossa, Jesus! Aqui está ótimo: bem fresquinho aqui dentro. Lá fora está um calor! O senhor está bem aqui dentro, hein? E foi quando tive como resposta a pergunta acima que vou relembrar: porque tenho tanta insegurança, diante de pessoas superiores? Pensa comigo: se com Jesus - que é o maior dos maiores - eu tenho essa liberdade de expressão, porque eu não teria com outros que considero maiores que eu? Aliás, quem é maior que quem aqui? Existe alguém?
Outra coisa me veio... Adoro minha liberdade e odeio que a invadem e detesto pensar na possibilidade de invadir a de alguém. Tenho costume de ficar bem solta em casa no fim de semana, já que tenho uma semana super corrida. Acordar mais tarde e coisa do tipo... mais eu pensei assim diante de Cristo no santíssimo: Jesus, eu aqui toda a vontade em sua casa. O senhor não me acha folgada? Como que o senhor aguenta, ter essa disposição toda pra me receber todos os dias? Então me senti incomodada, imaginando que eu estava sendo invasiva com Jesus, ocupando-o com minhas falas e foi quando eu tive dele o seguinte retorno: você não me incomoda, minha filha! Quem se sente incomodada em receber visitas ou em visitar as pessoas é você, não sou eu! Puts, foi um tapa na cara. kkk. Pura projeção essa, hein? rsrs. E é verdade, viu? Em visitar, penso que posso incomodar as pessoas e ao receber visitas, às vezes, dependendo o horário, ou o assunto, etc... me incomodo mesmo (principalmente com aquelas de domingo de manhã, ou sem telefonemas, sabe? rsrs). Contudo, depois do alerta de Cristo, consegui me colocar no lugar das pessoas para quem, de alguma forma, demonstrei essa minha fragilidade. Que vergonha! Peço até desculpas se você foi uma delas. E na verdade, não é pelas pessoas isso! É um jeito meu de ser. Gosto muito de ficar em casa "de boa", mais agora penso que se alguém vai em minha casa, é porque gosta de estar comigo e pode ser um bom horário pra ela, mesmo não sendo pra mim e então, decidi que vou mudar nisso e vou melhorar também na questão de que se eu não me sinto bem na casa das pessoas, acreditando que posso atrapalhá-las em algo, pode ser algo meu. E se a pessoa estiver esperando por uma visita minha? Será que a pessoa pensa que estou atrapalhando mesmo? Aprendi com Jesus, isso! Ele me trata tão bem quando vou na casa dele e eu me sinto tão bem, visitando ele. Ele é ótimo anfitrião! Então decidi que posso passar a ter esse hábito, porque não? Vou passar a ir mais vezes na casa das pessoas de agora pra frente e receber mais as pessoas em minha casa também. Gosto tanto de estar com algumas pessoas; me faz tão bem suas companhias... E quer saber? Vou largar de ser anti-social. (risos). Pensando bem, está tudo tão anti-social: um individualismo só. Que pena! Digo isso porque se estou assim hoje - pois já fui bem diferente - não é só culpa minha. E mais uma vez eu vou te cutucar e te pergunto: você sabe o nome dos seus vizinhos? Daqueles novos, que se mudaram há menos de um ano? Se souber, que bom pra você e pra ele. Se não souber, prazer seu anti-social (risos). Que realidade mais solitária essa de hoje. Que saudade da minha infância querida (lembrei do versinho do Casimiro de Abreu, agora), saudade da vida simples que eu tinha, cheia de amigos, rodeada de vizinhos que se sentavam nas calçadas pra conversar no fim de tarde... Bem, mais não vou ficar aqui na nostalgia. Vou pra ação! Vem comigo? (risos).
E para finalizar por hoje, acrescento a sessão desse dia. Estou muito impressionada com o que vem acontecendo "de frente com Jesus", rs. E devido a isso, tenho tentado compartilhar com meu esposo essa experiência, mais ele não me entende. E eu pedi para Jesus tocar em seu coração e Jesus me respondeu: no seu trabalho, quando as pessoas querem que as coisas aconteçam depressa, você não pede para elas esperarem o tempo delas, para que as mudanças aconteçam em suas vidas? E porque não usa o mesmo artíficio com seu esposo? Nossa, depois dessa, eu confesso que cheguei a rir. E Jesus tem razão! Tenho certeza que não só meu esposo, mais também você, terá o momento certo pra se encontrar com o Cristo vivo e presente, assim como eu estou experimentando e vai ser quando você menos espera, como foi comigo! E quando isso acontecer, você vai se lembrar de mim. Bem... resumindo tudo, acredito que estou dando passos para o amor entrar em minha vida: Jesus está me ajudando! Estou aprendendo a me amar mais e amar mais as pessoas. Não é lindo, isso?
A paz esteja com você! Fique com Deus e se for o seu momento (aprendi, rs), tente se apoderar da graça do diálogo com Deus em sua vida e vai ver o quanto é maravilhoso. Até mais!
p.s. deixe seu comentário. Ficarei bem contente em poder compartilhar com alguém essa experiência de oração! Obrigada!
São tantas coisas lindas para contar que tenho vivenciado na presença dele... Isso mesmo! Na presença, sim! Descobri que posso me relacionar com Deus como se ele fosse alguém bem próximo e como se ele estivesse de corpo presente. É sério. Eu não sou louca, não. (risos). E como é maravilhoso isso. Talvez você já ore desse jeito, mais como estou conhecendo agora essa maneira de me relacionar com Deus, estou explodindo de vontade de contar ao mundo para que outras pessoas também encontrem oque encontrei. E falando em encontrar, sabia que estou me encontrando através da oração? Acabei descobrindo um jeito muito peculiar de rezar; sem orações prontas. Eu até perguntei para meu orientador espiritual se teria algum problema em "abrir mão" das orações costumeiras e ele me disse que quando a gente não conhece uma música, a gente precisa da pauta/partitura para cantar/tocar, mais quando a aprendemos, a gente não vai mais precisar desse apoio e passaremos a cantar/tocar sozinhos, não é mesmo? Com isso, fiquei mais tranquila e antes de iniciar a explicação de como tudo acontece, vou deixar claro que não estou propagando nenhuma religião, mais a oração, que independe de doutrina e pode ser feita por qualquer um. Bem... então vamos lá. Eu busco primeiramente, uma capela onde me sinto à vontade. Nesse sentido, normalmente minhas orações têm sido em capelas silenciosas, com baixa luz (quando a noite) e aconchegantes. Prefiro onde encontro o santíssimo sem entraves, ou seja, onde o acesso é fácil. Gosto de sentar bem próximo de Jesus. Chego na igreja, arrasto uma cadeira e sento-me de frente com ele e converso como se fosse com um amigo. E é aí que tudo acontece. Ir ver Jesus no santíssimo, tem se tornado uma necessidade diária na minha vida. E estou achando engraçado e na verdade, um pouco espantoso, por que me sinto com um psicoterapeuta. Ele me dá sinalizações, respostas, devolutivas.. É impressionante! É do jeito que um psicólogo/a faria.Vou dar alguns exemplos das minhas vivências.
Segunda-feira última, fui lá. Falava de mim pra Jesus, contei como foi meu dia, (apesar de ele saber) e depois de algumas falas minhas, me veio uma questão: que coisa... Jesus sempre está aqui para nos receber. Independente de quem eu sou ou do que eu fiz; ele sempre está aqui de portas abertas para me receber. É isso que seria uma aceitação incondicional, como diria Carl Rogers - pensava eu. Então, a apartir desse pensamento que Jesus colocou em meu coração, percebi o quanto eu poderia usar esse exemplo de postura de Jesus, para me estruturar nesse sentido. Mais para isso acontecer em minha vida, essa condição deveria partir de mim, primeiramente, não é mesmo? Como a gente se subestima. Como temos preconceitos com a gente mesmo.... A partir disso pensei: estou precisando fazer as pazes comigo. Ah, se estou! Só depois disso vou conseguir aceitar melhor os outros. E tenho mesmo tantas coisas, pessoas que preciso aceitar. Então, você percebe como foi o encontro de Jesus comigo nesse dia? O que promoveu em minha vida? Propôs aceitação... minha e dos outros. E a semana seguiu nesse tema., veja que interessante.
Na terça-feira, fui lá novamente. Me acomodando, olhava para Jesus no sacrário, em meu silêncio (porque também é um jeito de conversar) e me veio outra questão: porque eu me preocupo tanto com os outros; com que os outros podem pensar de mim? Me veio isso, porque enquanto eu observava Jesus, pensei no como estava a vontade em sua presença, coisa que com as pessoas, normalmente não fico. Eu sou um pouco fechada com os outros. Costumeiramente, são só os mais próximos que me conhecem mesmo. No dia-a-dia, tenho dificuldade em me apresentar como sou. Não fico a vontade. Odeio admitir, mais infelizmente tenho relacionamentos superficiais (hoje pra mim, na verdade, é tudo muito superficial). Mais quando senti isso em meu coração, tive esse pensamento: porque me envolvo com as pessoas dessa maneira tão superficial? Eu sei que minha história de vida também conta e por eu ter feito terapia por um tempo, me conheço em alguns aspectos. Sei das decepções que já tive com os outros e o quanto isso exerce uma certa desconfiança ao deixar as pessoas se aproximarem de mim. Conheço também o sentimento de rejeição que tenta me assombrar em alguns momentos, por experiências passadas e que devido a isso, me afasto das pessoas antes mesmo de me envolver com elas, por medo de as perderem ou de não me amarem, talvez. Sei muito bem desses mecanismos de defesa que tenho. Mais aí pensei: Jesus sabe tudo sobre mim e eu não tenho medo de ele não gostar de mim, porque ele me ama do que jeito que sou, porque outra pessoa não amaria? Eu, em minha miséria, em minha verdade, agrado a Deus, porque não agradaria outras pessoas? Não é vero? (risos). A gente se importa muito com o que o outro pensa da gente, né? Sei que você também é assim. (risos). Todos somos! Mais eu estou mudando... E você, vai ficar assim até quando? (risos)
Lá na capela novamente, os outros dois dias (quarta e quinta) refleti o seguinte: porque tenho tanta insegurança, diante de pessoas superiores? "Tá" bom, tive pais muito rígídos; existia muita cobrança da parte deles para comigo, sabe... E sei que acabei adquirindo um medo horrível de errar e passei a ser muito rígida comigo pra isso não acontecer, numa tentativa até de perfeição sempre, mais e daí? Essa história de ficar justificando uma coisa com outra, não justifica nada. Guardo resquícios do que citei anteriormente a respeito dos meus pais, mais não preciso ter essa relação paralisante com o mundo. Eu posso quebrar isso! Não posso ser vítima do meu passado. Tenho que tentar mudar. Eu sei que é difícil e que deixa marcas, mais não podemos viver prisioneiros da gente mesmo, concorda? Não posso também, ficar culpando meus pais pra sempre. É fácil por a culpa no outro.
É ótimo ter a consciência dos meus limites como tenho e isso a gente adquire com uma boa psicoterapia, mais depois de certas auto-análises, como venho tendo, é necessário a ação. E Jesus me fez essa pergunta em meu coração porque cheguei toda sorridente na igreja e falei assim pra Jesus: Nossa, Jesus! Aqui está ótimo: bem fresquinho aqui dentro. Lá fora está um calor! O senhor está bem aqui dentro, hein? E foi quando tive como resposta a pergunta acima que vou relembrar: porque tenho tanta insegurança, diante de pessoas superiores? Pensa comigo: se com Jesus - que é o maior dos maiores - eu tenho essa liberdade de expressão, porque eu não teria com outros que considero maiores que eu? Aliás, quem é maior que quem aqui? Existe alguém?
Outra coisa me veio... Adoro minha liberdade e odeio que a invadem e detesto pensar na possibilidade de invadir a de alguém. Tenho costume de ficar bem solta em casa no fim de semana, já que tenho uma semana super corrida. Acordar mais tarde e coisa do tipo... mais eu pensei assim diante de Cristo no santíssimo: Jesus, eu aqui toda a vontade em sua casa. O senhor não me acha folgada? Como que o senhor aguenta, ter essa disposição toda pra me receber todos os dias? Então me senti incomodada, imaginando que eu estava sendo invasiva com Jesus, ocupando-o com minhas falas e foi quando eu tive dele o seguinte retorno: você não me incomoda, minha filha! Quem se sente incomodada em receber visitas ou em visitar as pessoas é você, não sou eu! Puts, foi um tapa na cara. kkk. Pura projeção essa, hein? rsrs. E é verdade, viu? Em visitar, penso que posso incomodar as pessoas e ao receber visitas, às vezes, dependendo o horário, ou o assunto, etc... me incomodo mesmo (principalmente com aquelas de domingo de manhã, ou sem telefonemas, sabe? rsrs). Contudo, depois do alerta de Cristo, consegui me colocar no lugar das pessoas para quem, de alguma forma, demonstrei essa minha fragilidade. Que vergonha! Peço até desculpas se você foi uma delas. E na verdade, não é pelas pessoas isso! É um jeito meu de ser. Gosto muito de ficar em casa "de boa", mais agora penso que se alguém vai em minha casa, é porque gosta de estar comigo e pode ser um bom horário pra ela, mesmo não sendo pra mim e então, decidi que vou mudar nisso e vou melhorar também na questão de que se eu não me sinto bem na casa das pessoas, acreditando que posso atrapalhá-las em algo, pode ser algo meu. E se a pessoa estiver esperando por uma visita minha? Será que a pessoa pensa que estou atrapalhando mesmo? Aprendi com Jesus, isso! Ele me trata tão bem quando vou na casa dele e eu me sinto tão bem, visitando ele. Ele é ótimo anfitrião! Então decidi que posso passar a ter esse hábito, porque não? Vou passar a ir mais vezes na casa das pessoas de agora pra frente e receber mais as pessoas em minha casa também. Gosto tanto de estar com algumas pessoas; me faz tão bem suas companhias... E quer saber? Vou largar de ser anti-social. (risos). Pensando bem, está tudo tão anti-social: um individualismo só. Que pena! Digo isso porque se estou assim hoje - pois já fui bem diferente - não é só culpa minha. E mais uma vez eu vou te cutucar e te pergunto: você sabe o nome dos seus vizinhos? Daqueles novos, que se mudaram há menos de um ano? Se souber, que bom pra você e pra ele. Se não souber, prazer seu anti-social (risos). Que realidade mais solitária essa de hoje. Que saudade da minha infância querida (lembrei do versinho do Casimiro de Abreu, agora), saudade da vida simples que eu tinha, cheia de amigos, rodeada de vizinhos que se sentavam nas calçadas pra conversar no fim de tarde... Bem, mais não vou ficar aqui na nostalgia. Vou pra ação! Vem comigo? (risos).
E para finalizar por hoje, acrescento a sessão desse dia. Estou muito impressionada com o que vem acontecendo "de frente com Jesus", rs. E devido a isso, tenho tentado compartilhar com meu esposo essa experiência, mais ele não me entende. E eu pedi para Jesus tocar em seu coração e Jesus me respondeu: no seu trabalho, quando as pessoas querem que as coisas aconteçam depressa, você não pede para elas esperarem o tempo delas, para que as mudanças aconteçam em suas vidas? E porque não usa o mesmo artíficio com seu esposo? Nossa, depois dessa, eu confesso que cheguei a rir. E Jesus tem razão! Tenho certeza que não só meu esposo, mais também você, terá o momento certo pra se encontrar com o Cristo vivo e presente, assim como eu estou experimentando e vai ser quando você menos espera, como foi comigo! E quando isso acontecer, você vai se lembrar de mim. Bem... resumindo tudo, acredito que estou dando passos para o amor entrar em minha vida: Jesus está me ajudando! Estou aprendendo a me amar mais e amar mais as pessoas. Não é lindo, isso?
A paz esteja com você! Fique com Deus e se for o seu momento (aprendi, rs), tente se apoderar da graça do diálogo com Deus em sua vida e vai ver o quanto é maravilhoso. Até mais!
p.s. deixe seu comentário. Ficarei bem contente em poder compartilhar com alguém essa experiência de oração! Obrigada!

Seja bem-vinda ao mundo dos blogs!!! Já estou te seguindo! Um beijo enorme!
ResponderExcluirOi Kátia! Muito obrigada pela receptividade! Sou fã do seu blog e quando crescer quero ter um como o seu. (risos). Bjs!
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